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Conheça 5 tecnologias que serão disruptivas em 2020

A tecnologia avança a passos largos. Hoje o que é novo, amanhã pode ser aprimorado. Há alguns anos, víamos notícias sobre impressoras 3D, Internet das Coisas (IoT), moedas virtuais, realidade aumentada/virtual, entre outras, que soavam como impossíveis, mas que agora é uma realidade cada vez mais presente em nosso meio. Todos esses recursos tecnológicos já podem ser experimentados e utilizados em benefício da nossa sociedade, por exemplo, na área da Educação e Saúde.

Nada é tão bom que não possa ser melhorado.

Você provavelmente já ouviu esta expressão de alguém. A tecnologia disruptiva leva esse conceito a sério. O termo foi criado pelo professor Clayton M. Christensen, da Harvard Business School.

Em síntese, a tecnologia disruptiva é utilizada para descrever quando uma nova tecnologia substitui um método já estabelecido.

Atenta ao que já aponta para 2020, a Sucesu Minas elaborou este artigo para informar quais são as 5 tendências de tecnologia disruptiva para o próximo ano. 

Para começar, uma notícia boa para quem é do setor ou se interessa pelo tema. O investimento em Tecnologia da Informação (TI) no Brasil chegará na casa de US$ 64 bilhões em 2020. Esse número apresenta um aumento de 2,5% em comparação ao acumulado de 2019, de acordo com estudo do Gartner.

Tecnologia disruptiva: tendências para 2020

Inteligência artificial

Começaremos a lista de tendências de tecnologia disruptiva para 2020, falando sobre a Inteligência Artificial (IA). Segundo o Gartner, até 2020, 20% das empresas recrutarão profissionais para monitorar e orientar dados neurais. 

Esta porcentagem abre margem para falar que a Inteligência Artificial, em conjunto com outros elementos de dados e analytics, criará uma nova forma de trabalho. A IA com base em processos humanos está sendo aprimorada e ampliada com novas habilidades de automação para economizar tempo e dinheiro.

A convergência entre a Inteligência Artificial e Internet das Coisas (Iot) resultará no surgimento de um novo conceito, a Inteligência Artificial das Coisas (AIoT), segundo os especialistas.

Internet das Coisas

Cada vez mais, a Internet das Coisas (IoT) será orientada aos negócios para melhorar a lucratividade e a economia das organizações. 

Ao conectar e instrumentalizar as coisas, as empresas podem ser mais responsivas no tratamento aos clientes, reagir com rapidez aos gargalos e, por último, criar mais oportunidades de negócio.

De acordo com o MPI Group, especialmente para o setor industrial, 70% dos produtores creditam o aumento da lucratividade à existência da IoT. Essa tecnologia forçará a criação de novos sistemas de Tecnologia da Informação (TI) para armazenar, suportar e analisar o volume alto de dados gerados pelos dispositivos.

Até 2020, a IoT deve movimentar no mercado global aproximadamente US$ 50 bilhões, de acordo com o Gartner.

Blockchain

O blockchain (cadeia de blocos) é uma tecnologia voltada à moeda virtual (por exemplo, o bitcoin). 

Ele pode ser utilizado em diversas situações, como em transações digitais sem uso de intermediários com rapidez e segurança.

É um “livro contábil” capaz de registrar vários tipos de transações. No caso dos bitcoins, essa tecnologia registra o envio e recebimentos dos valores, que são armazenados em vários blocos.

Entretanto, essa tecnologia também pode ser aplicada para registrar todas as etapas da logística de uma mercadoria de um país para o outro, por exemplo.

5G

A quinta geração de internet móvel, conhecido também como 5G, promete uma velocidade e upload de dados mais rápida, cobertura mais ampla e conexões mais estáveis aos usuários. 

Seu celular, por exemplo, será mais rápido que o wi-fi da sua casa. Enquanto o 4G fornece 1 GBPS por segundo, o 5G conseguirá oferecer 20 GBPS, de acordo com o órgão regulador britânico Ofcom.

Na prática, segundo o The Wall Street Journal, o jogo Fortnite, que leva 14 minutos para ser baixado pelo 4G, por meio do 5G, terá seu download feito em apenas 24 segundos. No caso de aglomeração de pessoas, como acontece em estádios de futebol, é sabido que há uma limitação do desempenho da internet. Entretanto, essa tecnologia permitirá que mais aparelhos estejam conectados ao mesmo tempo. 

Com a vinda do 5G ao Brasil em 2020, diversos produtos e serviços serão fornecidos, o que, consequentemente, provocará mudanças em infraestruturas, nas quais somente serviços de nuvem serão capazes de suportar.

Cloud Computing

A computação em nuvem é um serviço online de armazenamento de informações que pode ser acessado de qualquer lugar, sem a necessidade da instalação de algum aplicativo para acessá-lo.

Para aproximar esse tema da nossa realidade, imagine o Google Docs, Netflix, Spotify, entre outros. Eles são alguns serviços em nuvem que requerem apenas conexão com a internet.

O provedor da nuvem pública assumirá a responsabilidade pela operação, governança, atualizações e evolução dos serviços. A cobertura de desastres é uma das prioridades para a migração da nuvem nos próximos 12 meses, de acordo com uma pesquisa feita pelo IDG Cloud Computing em 2018.

Já não é mais questão de “se”, mas de “quando” as empresas vão migrar para o serviço em nuvem. Outro número da GlobalData mostra que este é um mercado aquecido que movimentará receita de até US$ 2,5 bilhões em 2021, sendo utilizado por aproximadamente 94% das empresas brasileiras até 2020.

Sucesu Minas

A Sucesu Minas, que há mais de 50 anos acompanha o segmento tecnológico, realizará, em 2020, mais uma edição da Inforuso, maior evento de tecnologia do estado de Minas Gerais (MG) para tratar desses e outros temas pertinentes ao setor.

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